terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Annika Zippelius é a Nova Weinprinzessin de Rödelsee

Rödelsee, uma cidade "Co irmã" natural e informalmente de Blumenau, onde laços culturais e de amizades são muito estreitos entre famílias de Blumenau e daquela cidade, situada na região da Baixa Francônia, norte da Bavaria, sul da Alemanha.

Vinhedos de Rödelsee
Rödelsee vista de Schwamberg
Está situada em uma região onde se produz os melhores vinhos da Alemanha - prática cultural e econômica herdada dos romanos, que tinham por hábito, demarcar seus territórios dominados com vinhedos. Muitas famílias nessa região continuam cultivando vinhedos e não somente como fonte de renda, mas como uma tradição repassada de pai para filho. 
Também acontece a tradicional Weinfest - Festa do Vinho - anualmente. O cultivo da uva e a produção do vinho acontece há séculos na região.

Vitral da Velha Prefeitura de Kitzingen

Lembramos de toda a região da Francônia, como dito, onde é produzido um vinho com maior qualidade e até mesmo, com um apresentação e garrafas diferenciadas. Apresentam formas diferentes das comumente usadas – em forma “barriguda”, conhecida como “Bocksbeutel”. 


Em toda a região, as uvas são colhidas manualmente e com máquinas, envolvendo todas as famílias das cidades, desde crianças aos avós. Geralmente, contam com a presença de familiares que residem na cidade e em outras cidades, para ajudar na colheita.
Weinernte







Com o término da colheita, quando a uva se encontra em tanques de fermentação, a satisfação é muito grande e todos comemoram com alegria e agradecimento, na festa do vinho – Weinfest.




Heinz Zippelius - apresentando seu vinho - servido no porão - do  Museu 
 "Casa Velha" - Elfleins Häusla
A tradição continua sendo repassada de uma geração para outra. Em 2013, quando estivemos em Rödelsee perguntamos, a Heinz Zippelius sobre os seus vinhedos e ele nos disse: Mein Hobby!, com os olhos brilhantes. Sua plantação de uva não é sua fonte de renda, é seu Hobby.
Em sua casa nos serviu o vinho que  produziu a partir das uvas de seu vinhedo. Os vinhedos envolvem o núcleo urbano da cidade e preenche os vazios entre as cidades naquela região. 
Heinz Zippelius no seu quintal degustando seu vinho
No início do ano de 2017, recebemos a notícia de que a filha de Heinz Zippelius e Annete Zippelius - Annika Zippelius de 19 anos de idade é a mais nova Princesa do Vinho de Rödelsee.
Coroa da Princesa do Vinho de Rödelsee
A mais nova Princesa do Vinho de Rödelsee foi apresentada à comunidade durante a recepção do Ano Novo pela atual Princesa do Vinho, a qual lhe passará a coroa, Jana Burkholz e pelo Presidente do Weinbauverein Christian Ehrlich. Jana Burkholz foi a Weinprinzessin de Rödelsee no último biênio. Cabe a realeza do vinho se fazer presente em muitos eventos festivos cívicos e religiosos na cidade e na região, durante os próximos dois anos, como também é uma das principais personalidades do Weinfest local e na região. Annika Zippelius representou a Winzerkapelle Rödelsee.
Pais da  nova Princesa do Vinho de Rödelsee - Annete e Heinz Zippelius


Neue Weinprinzessin in Rödelsee Anikka I. übernimmt die Krone
Annika Zippelius heiss die künftige Weinprinzessin von Rödelsee. Beim Neujahrsempfang der Gemeinde wurde sie von der noch amtierenden Weinprinzessin Jana Burkholz und dem Weinbauvereinsvorsitzenden Christian Ehrlich (hinten) vorgestellt. Viele Termine in ganz Bayern hat Jana Burkholz in den vergangenen zwei Jahren absolviert. Zu den aufgaben in Ihrer Heimatgemeinde zählt neben dem Winfest auch der Neujahrsempfang, be idem sich Bürgermeister und Weinprinzessin in der Moderation abwechseln. Bei dieser Veranstaltung, die die Winzerkapelle Rödelsee musikalisch gestalte, wurde nun Annika Zippelius begrüsst. Sie wird in einnigen Wochen zur neuen Weinprinzessin gekrönt. Annika I. ist 19 Jahre alt und absolviert eine Ausbilddung zur Verwaltungsfachangestellten bein der Stadt Kitzingen.

Foto: G Krämer

Desejamos um bom reinado a Annika Zippelius, muitas alegrias e muito bom vinho.
Em Rödelsee apreciam muito a caipirinha - no porta retratos aos fundos -  o genro de um dos fundadores do C.C. 25 de Julho de Blumenau - Martin Schwertl

Ein Prosit!!
Vinhos de Rödelsee

Vinhos de Rödelsee




Foto de Heinz Zippelius







Leituras Complementares  - Clicar sobre - o título da postagem - escolhido: 








segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Brasão da cidade de Blumenau

Desenho histórico original - brasão da cidade de Blumenau
Desenho atual - Brasão de Blumenau com modificações visíveis e grosseiras
Exemplo: cores alteradas e traço preto muito forte no contorno das figuras.
Brasão família Wittmann
da Alemanha
O brasão, de uma maneira abrangente, tem sua origem na Europa medieval. É uma composição feita a partir de um desenho que segue critérios determinados, obedecendo regras da heráldica. Essa composição em forma de desenho tem o objetivo de identificar grupos familiares, clãs, corporações, cidades, estados, países, regiões, etc.
Esta miniatura medieval ilustra a ideologia das três ordens 
sociais (os que rezam, os que guerreiam, os que trabalham). 
A que guerreia segura um escudo







A composição de um brasão é assentada em uma forma que lembra um escudo – arma de defesa dos cavalheiros medievais. Pode também ser representados em bandeiras, vestimentas, edificações, objetos pessoais.
Com o declínio do feudalismo na Europa – Ascensão da burguesia e declínio da aristocracia e do clero, também o brasão perdeu um pouco de sua importância na sequência histórica, mas não na Alemanha, de onde vieram os pioneiros para a região de Blumenau. Para os alemães, a Idade Média e seu estilo, hábitos e costumes sempre foram consideradas características do estilo nacional alemão (Ver os contos dos eruditos Irmãos Grimm) e até nos dias atuais existem seus adeptos. 
Além disso, no Século XX, novamente houve uma busca dos símbolos do brasão, como aconteceu na cidade de Blumenau, para identificar de maneira cívica, municípios, estados e países. Essa prática nunca foi interrompida em regiões da Alemanha dentro de sua sequência histórica.
Affonso d'Escragnolle Taunay
O brasão de Blumenau foi idealizado no ano de 1936 por Affonso d'Escragnolle Taunay - biógrafo, historiador, romancista, heráldico e professor nascido em  nossa Senhora do Desterro - capital da Província de Santa Catarina.
Na época, o brasão criado por Affonso d'Escragnolle Taunay não pode ser usado publicamente em função da Constituição Federal de 1937 - Período crítico para a região e explicado na postagem sobre a Nacionalismo no Vale do Itajaí. A Constituição Federal proibia o uso dos brasões  e bandeiras estaduais e municipais. O brasão de Blumenau, somente foi instituído em 1948, através da Lei Municipal Nº 19, do dia 21 de junho. 
Frederico Guilherme Buch Jr.
Passou, então, a ser usado de maneira oficial no timbre de documentos oficiais da Prefeitura Municipal de Blumenau e da Câmara Municipal, igualmente. Isso aconteceu no mandato do Prefeito Frederico Guilherme Buch Jr..


O brasão de  Blumenau é formado por um escudo sobre o qual, há uma coroa mural amarela com três torres visíveis  e três subentendidas fora da visão - as quais  representam a gloria e nobreza de Blumenau.

O brasão apresenta as figuras de dois homens - denominados tenentes - Figuras que suportam o escudo. O primeiro  representa o fundador - Hermann Blumenau (Reproduzido de uma imagem feita no ano de 1860, e o segundo, um lenhador com seu machado, reproduzido a partir de uma fotografia de um colono que residia na Colônia. Lembramos que todos que residiam em uma colônia era denominado colono.
Desenho original do Brasão de Blumenau
Brasão cidade natal do
 fundador de Blumenau
Cidade de Hasselfelde
Com essas figuras, pretendia-se mostrar a origem do primeiro grupo de colonizadores de Blumenau, embora é sabido e já publicado nesse Blog, que já existiam famílias de imigrantes alemães residindo na região do Bairro Vorstadt, no momento que chegou o primeiro grupo de imigrantes junto com o fundador.


O escudo é divido em sete partes. Em algumas partes do escudo há as representações de regiões existente e que faziam parte da Alemanha unificada em 1871 - de onde vieram um maior contingente de imigrantes para a região. Por exemplo, na parte localizada no escudo - ângulo superior esquerdo - existe a  presença do leopardo heráldico, parte do brasão da cidade alemã de  Braunschweig, cidade onde o fundador de Blumenau - Hermann Blumenau residiu seus últimos dias e faleceu. Lembramos que Hermann Blumenau nasceu na cidade de Hasselfelde, cujo brasão tem o destaque de uma folha. 
Trancelim - Saxônia
Outra parte do escudo do brasão de Blumenau, tem a presença da águia vermelha segurando o cetro e o gládio (espada) que representam a Prússia e o Tirol e em outra parte (canto inferior esquerdo), está o trancelim - uma faixa verde, representando a bandeira da Saxônia. No canto inferior direito, o leão azul representa a Bavaria.
Leão azul - Bavaria

Águia vermelha
Prússia
No centro do escudo - ocorre parte da junção das duas culturas - misturando elementos da cultura germânica com partes das armas do Brasil e do estado de Santa Catarina. No lado esquerdo do ângulo central, sobre um fundo azul, está parte das Armas Nacionais do Brasil e na sua direita, o símbolo do antigo escudo de Santa Catarina (Roda navalhada de Santa Catarina, a âncora e a chave de cruzada em cor prata).

Antigo escudo de Santa Catarina
Na parte central do escudo está a presença do Cruzeiro do Sul, lembrando o firmamento brasileiro, junto a um campo florido e um rio branco - o grande Rio Itajaí Açu, vida e acessibilidade a Blumenau. O conjunto lembra o nome do município - Blumenau -  que significa "Várzea florida".
Todo o conjunto do escudo está sobre uma faixa azul com os dizeres: "Pro Sancta Catharina Et Brasilia" - Por Santa Catarina e Pelo Brasil. A roda dentada presente  atrás da faixa, faz alusão a engrenagem de ferro - a indústria local que fomentou e iniciou, junto à Colônia Dona Francisca, a industrialização no estado de Santa Catarina.
"Blumenau"
Margens do Rio Itajaí Açu atual - área central de Blumenau



















Muito antes da Oktoberfest - Blumenau e região tinham laços muito estreitos com regiões da Alemanha. Sua história e cultura apresentam características fortes a essas questões e isso está ligado à identidade da cidade. Isso é o Brasil multicultural.

Para terminar...
O Brasão de Blumenau é muito visualizado, embora não prestemos atenção em seus símbolos, cores e detalhes. Está no centro da bandeira de Blumenau.
Bandeira de Blumenau na fachada da Prefeitura de Blumenau - durante a passagem de seu aniversário - dia 2 de setembro.




















Conhecer é importante.
Bandeira de Blumenau

Leituras complementares...
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domingo, 29 de janeiro de 2017

sábado, 28 de janeiro de 2017

Cine Theatro Manoel Cruz - Tijucas SC - Patrimônio Histórico Arquitetônico









O Cine Theatro Manoel Cruz, foi uma sala de cinema e teatro fundado em 1925 (Data estampada em sua fachada frontal), na cidade catarinense de Tijucas, no auge do cinema mudo
O cine teatro está localizado na Rua Coronel Galloti, Nº 30, às margens da rodovia BR101. 
Cine Theatro Manoel Cruz - Tijucas SC- Junto às margens da BR 101


Até o final da década de 1920, década de sua construção, a maioria dos filmes eram mudos, em função da inexistência de tecnologia adequada para combinar filmes com o som gravado, ideia mais antiga que essa data. Esse período - anterior à chegada do som no cinema -  ficou conhecida como Era Muda entre os pesquisadores desse tema. 
No Brasil, o cinema mudo chegou às principais capitais brasileiras na mesma época que foi construído o Cine Theatro Manoel Cruz – década de 1920. Portanto, para a comunidade de Tijucas e para o Estado de Santa Catarina, foi um projeto de vanguarda e muito atual para a sua época. Nesse período, essa movimentação cultural foi fomentada e possível, a partir do movimento nacional pró-cinema, promovido pela publicidade das revistas Para Todos e Selecta
Sala de um cine teatro brasileiro  - contemporâneo ao Manoel Cruz - Cine Theatro Rio Branco
O ambiente de um cine teatro era preparado para a projeção de um filme do cinema mudo. Geralmente assim denominado, porque fazia-se necessário a presença de um pianista ou, outro tipo de músico, para acompanhar  e sonorizar a projeção do filme. 

















Em grandes casas, a projeção contava com uma orquestra, onde um público seleto contava com uma música ambiente executada por essa orquestra que acompanhava a projeção do filme, da coxia – ainda existente em muitos dos tradicionais teatros atuais. Em algumas casas de projeção ou cine teatro, haviam narradores que relatavam ou descreviam as cenas. 
Orquestra na coxia- durante a projeção do cinema mudo.
Observando e pesquisando a paisagem e os espaços da cidade de  Tijucas, em dois períodos distintos (2015 e 2017), deparamo-nos com um exemplar raro de um cine teatro, não somente na região, mas no país. Pois foi construído no auge do cinema mudo no mundo - década de 1920
Não apreciamos muito o que vimos, e resolvemos fazer esse registro
Interior do Cine Theatro Manoel Cruz
Cine Theatro Manoel Cruz

Conta a história que o Cine Theatro Manoel Cruz foi o centro cultural de Tijucas nas décadas de 1920 e 1930 do Século XX – mais ou menos o período que durou o cinema mudo no Brasil. A sonorização da projeção dos filmes do cinema mudo no Cine Theatro Manoel Cruz era feita pelos filhos de Manoel Cruz, que tocavam violino e piano. Seria muito bom termos fotografias dessa época, por sua importância local e também, dentro da história do cinema, no Brasil.  
Sua arquitetura poderia ser classificada dentro da arquitetura internacional vigente da época - o Eclético. Esse estilo teve início no Brasil, mais ou menos no final do Século XIX e se estendeu até as primeiras décadas do Século XX. Sua principal característica foi a "mistura" de estilos arquitetônicos a partir do uso de elementos da arquitetura clássica, gótica, barroca e neoclássica.
Detalhe da fachada do  Cine Theatro Manoel Cruz, com elementos  clássicos, barrocos e neoclássicos.

Nesse mesmo período, a municipalidade de Tijucas vivia momentos econômicos muito positivos em função da navegação que passava por boa fase. De acordo com o livro “Livro de Entrada e Saída dos Navios Veleiros tijuquenses", nas décadas de 1920 e 1930, período áureo do Theatro Manoel Cruz   - Tijucas possuía uma frota de aproximadamente 100 veleiros



O Theatro Manoel Cruz encerrou suas atividades de projeção do cinema mudo no ano de 1935
Entorno do Cine Theatro Manoel Cruz - no dia 7 de Setembro de 1935 - Rua Coronel Galloti




O uso seguinte de seu espaço foi totalmente diferente e destoante do uso para o qual foi idealizado. Na década de 1950 foi adquirido pela Família Silva, que implantou em suas instalações, um engenho de arroz. Sem palavras. 

No ano de 1998 o edifício do Cine Theatro Manoel Cruz foi “Tombado” como patrimônio histórico de Santa Catarina. Atualmente essa ação formal do Estado gera muito debate e polêmica, pela inoperância e a presença de equipe técnica necessária e adequada para dar respaldo, orientação e assessoria real a esses proprietários de patrimônio histórico arquitetônico.  Lembramos, também, a ausência de fiscalização e coordenação necessárias junto ao conjunto de patrimônio e seus proprietários. Esses, quase sempre, tem somente ônus e não, bônus. 
Por esse, e outros motivos, muitos proprietários preferem deixar o imóvel à submissão da ação da ruinificação a ter que seguir o trâmite burocrático de manutenção desses imóveis de grande importância para todos. O Cine Theatro Manoel Cruz é um exemplo prático disso. As instituições governamentais se posicionam de maneira inerte e quase arrogante, "assistindo" o processo decadente. Novamente, destacamos o exemplo do Cine Teatro Manoel Cruz, que já passou por um processo de restauro, com investimento de dinheiro público, e só. Restaurado, foi entregue e ficou por isso. A comunidade, quase sempre formada por leigos, muitas vezes não sabe nem o que fazer com o patrimônio. 
O trabalho do poder público deve ter sequência no meio da comunidade também, após a entrega de patrimônio histórico arquitetônico recuperado.

Um diário do mesmo local do Cine Theatro Manoel Cruz, publicou, em um tempo atrás, que Pedro Marcílho da Silva, um dos herdeiros e vizinho do casarão disse: “A prefeitura me ajudou e colocamos tapumes nas entradas, mas eles sempre dão um jeito de entrar” as pessoas que depredam o local. Ele contou que, sozinha, a família não tem condições de encontrar uma saída para o problema. “O prefeito disse que ia comprar, mas até agora isso não andou”. O casarão passou por inventário e está dividido entre seis irmãos, o que pode dificultar ainda mais um consenso sobre o destino do patrimônio
Em janeiro de 2017 – encontramos o local em ruínas e uma "sombra" do que foi esse patrimônio histórico arquitetônico em um período de sua história pretérita.

A última notícia que encontramos, envolvendo o histórico Cine Theatro Manoel Cruzfoi de que deverá ser restaurado novamente. Imaginemos que não repetirão o mesmo erro e, após esse restauro, deverão ser tomadas outras providências junto aos proprietários e à municipalidade de Tijucas. 

Deve-se observar seu local – junto à rodovia BR 101, dentro de um território maior, dentro da cidade. Esse deve receber, igualmente, uma humanização, resgatando uma paisagem e o entorno do patrimônio, deteriorados. Também deve ser feito um trabalho de conscientização junto à comunidade sobre a importância do espaço de lazer e convívio, pertencente a todos, comunidades do lado esquerdo e do lado direito da rodovia federal - barreira física que cria a segregação a partir de um fluxo automotivo que não pertence ao local. 
Sobre a ponte do Rio tijucas- BR 101
Quanto ao estado da patrimônio histórico arquitetônico atual é muito ruim. Vem ocorrendo retiradas de material do local, principalmente – madeira, que tem grande valor e procura no mercado formal, principalmente, a madeira nobre e seca como aquela existente no local. 
Deixamos o registro e a informação com o intuito de munir a história e a comunidade, principalmente a comunidade Tijuquense, que perde, paulatinamente um de seus ícones na paisagem e na sua história. 

As imagens Comunicam...
Cine Theatro Manoel Cruz - Ano de 2015


























 Cine Theatro Manoel Cruz - Ano de 2017

























Um registro histórico.
Era uma Vez?
...o Cine Theatro Manoel Cruz - Tijucas SC?


Um filme de 1923 - Observar o som de piano
Um filme de 1920-1924 - Observar o som da orquestra

Leitura complementar
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