quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Para ouvir e ver cantando - Schneewalzer - Snow Waltz

Sr. Thomas Koschat
Uma melodia que contagia, eleva e, poderia-se dizer, tratar-se de uma unanimidade. Hoje, para ouvir e ver , cantando junto - uma composição de um compositor austríaco, que também é conhecida em toda a Alemanha - Schneewalzer - a Valsa da Neve. 
Schneewalzer  é uma das inúmeras valsas composta pelo Sr. Thomas Koschat. Sr. Koschat, nasceu no dia 8 de agosto de 1845 na cidade austríaca  -  Klagenfurt - também compôs a música Caríntia. 
Sua composição - Schneewalzer - é uma das melodias mais famosas do cancioneiro popular alemão/austríaco. A letra descreve o romance do autor - Sr. Andreas H. Apelt - e também, a história de uma pequena aldeia que sofreu com tempestades naturais -  perto de do Principado de Drehna - Distrito da cidade Luckauem Dahme - Spreewald - Dradenburg. 
Foi composta no final do século XIX e no início do século XX, já era muito conhecida no Tirol. Tanto, que os camponeses a adaptaram para o Shuhplattler.














As letras são cantadas em diferentes variações. A canção é cantada oficialmente  em duas partes. Muitas vezes os interpretes adicionam variações e interpretações  por conta própria. Entre os mais famosos estão: Carlo Brunner, Arno Jehli, Martin Nauer, Herbert Rith e Beny Rehmann.

Vídeos


Este vídeo - em especial, pode-se cantar com a letra postada abaixo...









Letra
Schneewalzer

Wenn im fröhlich blumen blühen
Und die baume werden grün
Wenn die drossel singt im wald
Und des jagers horn erschallt.

Wenn die sommersonne glüht
Und im feld der mond erblüht
Wandern wir durch wald und feld
Ach só schön ist doch diese welt

Den schenee-, schenee-, schenee-,
Schnnewalzer tanzten wir,
Du mit mir , ich mit mir,
Den schenee-, schenee-, schenee-,
Schnnewalzer tanzten wir,
Und seit dieser zeit,
Da gehöre ich immer dir.

Wenn das herbstlaub langsam fallt
Und der einzug halt.
Kommt fur uns die schöntste zeit
Ja, só ist es auch nich heut.

Denn der winter damals war,
Für uns beide wunderbar.
Ja, du weist es ist kein scherz,
Der schneewalzer brach dein herz.

Partitura

Um registro nosso, quando cantarolamos juntos, com o músico André Rieu e sua equipe, no dia 7 de julho de 2012, no Ibirapuera - São Paulo


Para ouvir mais música alemã cantando junto - clicar sobre: Músicas alemãs/austríacas



Cantar faz bem e não tem contra indicação!













terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Musik in der Nacht

Guten Abend Freunde!!
Um pouco de música na noite de sábado....











Bis Morgen!!




Há cem anos era aberta primeira exposição de arquitetura moderna

Deutsche Welle
 
A primeira exposição da federação alemã de ofícios Deutscher Werkbund abriu suas portas em 1914. Hoje, ela é considerada um marco da história da arquitetura, pois suas utopias construídas podiam ser visitadas.
Casa da Áustria, na exposição do Deutscher Werkbund em Colônia

Com salvas de tiros, milhares de pombos e uma saudação ao imperador, a primeira exposição do Deutscher Werkbund (Federação Alemã de Ofícios) abriu suas portas em 16 de maio de 1914, em Colônia, no oeste da Alemanha.
Arquitetos, artistas, industriais e operários eram membros da federação cujo objetivo não era somente criar edifícios e utensílios de alta qualidade, mas também dar uma nova forma à vida cotidiana. Os preparativos para a exposição duraram dois anos.
A mostra em Colônia foi a primeira exposição conjunta, na qual arquitetos como Walter Gropius, Peter Behrens, Hermann Muthesius e Henry van de Velde quiseram expressar o alvorecer do modernismo. A visão do Werkbund era empregar a "máquina como auxílio para alcançar qualidade", como formulou o arquiteto belga Van de Velde.
A ideia é que a união entre arte e indústria reformaria todas as esferas da vida. A máquina não deveria mais só produzir mercadorias baratas, mas também produtos de alta qualidade. O design e o artesanato artístico eram os novos recursos para se fazer do "made in Germany" um selo mundial de qualidade.

Fusão entre arte e indústria
Cartaz da exposição de 1914 desenhado por Peter Behrens
Na época, o Império Alemão padecia com a sensação de não ter importância no mundo, por não possuir colônias como as demais potências europeias. O novo design e a Nova Construção vinham para compensar esse déficit.
Qualidade era um princípio orientador central do Werkbund. Para os membros do movimento, os autocomplacentes floreados da Art Nouveau eram um horror, por não ter função e não servir para nada, sendo meramente decorativos. Mas também não faltaram críticas do Werkbund aos produtos inferiores e mal executados da indústria da época.
A exposição em Colônia ofereceu à federação a oportunidade de, pela primeira vez, mostrar as inovações ao público. Um apoiador importante era Konrad Adenauer, que de 1949 a 1963 seria chanceler federal da Alemanha Ocidental.

Da almofada ao urbanismo
Pavilhão de vidro de Bruno Taut mostrou que vidro é estável

Em Colônia, na margem direita do Rio Reno, ergueram-se por volta de 80 edifícios. Como formulou certa vez Hermann Muthesius, um dos principais iniciadores do movimento: da almofada ao urbanismo, todas as formas do novo design deveriam se apresentar com um brilho novo. No bairro de Deutz construiu-se um salão de festas projetado pelo arquiteto Peter Behrens, além de restaurantes e cafés.
Para a exposição, o futuro diretor da Bauhaus Walter Gropius construiu uma fábrica-modelo, com fachada em panos de vidro leve e transparente. No entanto, nada se produzia lá: a fábrica era apenas um modelo do uso inovador de vidro e ferro, e da separação entre a área de escritórios e o pavilhão de máquinas – entre o trabalho mental e o manual.
Carl Rehorst, responsável pelo setor de obras públicas de Colônia em 1914, mostrou-se entusiasmado com o projeto de Gropius: os visitantes deviam ver "como a máquina influencia o resultado formal, como condiciona a forma e cada vez encontra mais espaço na menor das oficinas, para poupar a onerosa mão de obra humana".

Nova Construção, novo estilo

Três edifícios permanecem até hoje particularmente na memória, além da fábrica-modelo de Gropius. Um deles é o pavilhão de vidro de Bruno Taut, uma construção arredondada que lembrava uma pinha de cristal. A novidade estava no uso do vidro como material portante. O arquiteto, que trabalhava em estreita colaboração com a indústria vidreira, queria provar que o vidro também é estável.
A terceira das construções mais importantes do movimento arquitetônico foi o teatro do belga Henry van de Velde. Já antes da exposição, o projeto foi motivo de discórdia: ele não agradava a Muthesius, o presidente da federação de ofícios, que teria preferido um cinema.
Van de Velde recebeu apoio não somente de Gropius e Taut, mas também do industrial Karl-Ernst Osthaus, da cidade de Hagen, um patrono entusiástico do Werkbund. Ele e os demais reconheceram quão visionário era o projeto de Van de Velde, que previa a separação entre a plateia e a caixa de palco.
Construída em 1911 por Walter Gropius, Fábrica Fagus em Alfeld serviu de modelo para prédio na exposição em Colônia

Briga lendária na Werbund

Na reunião por ocasião da abertura da mostra do Werkbund, houve um debate histórico entre Muthesius e Van de Velde. O tema foi fabricação em série versus produção individual. O arquiteto belga temia que, devido à produção em série, os artistas perdessem sua liberdade individual e que subordinassem excessivamente à máquina as suas aptidões criativas.
A briga durou vários dias, sem que jamais se chegasse a uma solução: a Primeira Guerra Mundial pôs um fim abrupto à exposição da federação. Nada restou da mostra, todos os vestígios foram apagados da paisagem urbana de Colônia.
Agora, cem anos depois, o Deutscher Werkbund do estado da Renânia do Norte-Vestfália lançou uma reedição do catálogo da exposição de 1914 – para que os méritos daqueles visionários não caiam no esquecimento.

  • Data 18.05.2014
  • Autoria Sabine Oelze (ca)

domingo, 25 de janeiro de 2015

Musik in der Nacht

Guten Abend Freunde!!

Um pouco de música na noite de domingo....








Bis Morgen!!



Momentos Sommerfest e apresentação do Grupo Folclórico da Associação Cultural Freundeskreis

Um pouco dos momentos da Sommerfest Blumenau do último dia 23 de janeiro, quinta feira. Destaque para a apresentação do Grupo Folclórico da Associação  Cultural Freundeskreis. Já escrevemos sobre este tradicional grupo folclórico da Vila Itoupava. Para ler mais sobre - Clicar sobreAssociação Cultural Freudskreis.

Sommerfest Blumenau - Dia 23 de janeiro 
As imagens comunicam...




























Vídeos





Ein Prosit!



sábado, 24 de janeiro de 2015

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Tanzkurs presente na programação da Sommerfest Blumenau de quinta feira

Uma atração inédita na Sommerfest Blumenau 2015 desta quinta feira - dia 22 de janeiro foi a apresentação do grupo de coordenadores do folclore germânico regional que vem participando de um curso de danças e palestras ministrados por professores da Alemanha e do Brasil. Uma iniciativa da AFG - Associação dos Grupos Folclóricos do Vale do Itajaí.

Para ler mais sobre - Clicar sobre: Tanzkurs - Curso de Dança Para Coordenadores

Após a apresentação do Banda Choppmotorrad, que abriu a Sommerfest no Biergarten, às 19:30h, o tablado foi tomado por representantes de muitos grupos folclóricos que participaram do curso de danças. Dançaram, a partir de três grupos, coreografias da Francônia - Norte da Baviera e de Hessen, ministrados pelos Professores - Sr. Oliver Brust, Sra. Angela Paulus e Sr. Stefan Hartmann.

As imagens Comunicam...



Sr. Oliver Brust - Sra Angela Paulus e Sr. Stefan Hartmann



Sr. Stefan Hartmann
Sr. Stefan Hartmann




















































Fotos da Página do Facebook AFG
 

Vídeos



Dançar faz bem à alma...